DENÚNCIA: Profissionais da saúde e segurança impossibilitados de realizarem exames da Covid em Palmeirandia

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Secretário de Saúde é suspeito de está de posse dos testes da Covid em sua residencia e não libera para os funcionários com suspeita de estarem acometidos pela Covid, e não estabeleceu critérios para realização dos exames aos profissionais que estão atuando na pandemia que tem direito ao teste.

Nota Técnica esclarece o método de distribuição adotado pelo Ministério da Saúde em relação à disponibilização de testes rápidos para detecção de anticorpos contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Confira:

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O barco está a deriva, Palmeirândia é uma das cidades da baixada que pode apresentar grande índice de casos do novo coronavírus, a Covid-19. O comportamento de parte da população pode colocar em risco todos do município, infelizmente as autoridades locais não estão levando o caso a sério para que o pior não aconteça.

Palmeirândia recebeu apenas 37 testes rápido e para um grupo especifico e prioritário que poderá utiliza-los, e é formado por profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde, nos serviços de urgência, emergência e internação, nos profissionais de segurança pública e nos contatos domiciliares daqueles que atuam em saúde os grupos a serem priorizados.

Resumindo, a população não terá como realizar o teste da Covid em Palmeirândia, mesmo apresentando todos os sintomas que apontem para ela, então o que resta são as pessoas obedecerem as regras de distanciamento e isolamento social o máximo possível.

Nós recebemos várias denúncias de irregularidades no combate a Covid-19, iniciamos por uma figurinha já carimbada em nossas páginas com denúncias, a sofrida Guarda Municipal, os agentes públicos que compõem as fileiras da prestigiada Guarda estão jogados a sorte.

Obtivemos novas denúncia a primeira consiste que no quartel os guardas não disponibilizam de água e sabão para higienizar as mãos e que desde o dia 14 de abril quando foi entregue a viatura que foi disponibilizado 1 frasco do 500ml de álcool em gel para todo o efetivo e até a publicação desta matéria a única ação tomada quando a isso foi a mistura de álcool liquido que não se trata de 70 no frasco, o que não serve para higienização e prevenção dos agentes, a outra consiste que os guardas estão sendo humilhados diariamente quando solicitado EPIs para realização do trabalho para ajudar a conter a pandemia na cidade, o subcomandante da guarda, o QPPM SGT Sousa, falou em livre e bom som a todos quem quisesse mascara que comprasse que não seriam disponibilizados aos agentes.

Obtivemos informação que tem um guarda com suspeita de ser portador da Covid-19, ele encontra-se em casa em isolamento, até onde apuramos os guardas que mantiveram contato com ele ainda continuam em atividade, pois o comando da guarda não dispensou ninguém como medida preventiva.

A parte mais séria de todas que vamos relatar aqui é: os testes recebidos pela secretaria de saúde, são testes rápido, e devem ser utilizados por pessoas do grupo prioritário, por exemplo, profissionais que atuam na saúde e na segurança, mas isso não vem acontecendo, pois apuramos que hoje temos uma enfermeira com suspeitas e afastada das suas atividades em isolamento domiciliar, um guarda municipal também com os sintomas da Covid-19 e está afastado das suas atividades em isolamento. Mas os 2 profissionais não fizeram o teste já que tem direito e fazem parte do grupo prioritário.

Recebemos denúncia que os testes hoje se encontram em posse do secretário municipal de Saúde, José João de Oliveira Padilha, temos entrar em contato com ele e não obtivemos retorno. Há relatos de outros profissionais da saúde já com sintomas da Covid-19, mesmo assim o secretário não disponibiliza esses testes aos profissionais, nem divulgou um plano de como de gerenciamento dos critérios para utilização dos exames pelos profissionais que tem direito ao teste.

Fica o alerta a população, não temos direito a realizar o teste mesmo que se apresente todos os sintomas característicos da Covid-19, a cidade não disponibiliza de respiradores nem UTI para atender pacientes em estado grave. É hora de respeitar as normas da OMS e decretos do governo do estado de distanciamento e isolamento social, além dos estabelecidos pelo poder municipal, pois lei não se discute, se cumpre.

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